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no dia internacional da tradução...

30-09-2015 00:00

um vídeo esclarecedor sobre esta nossa profissão

30-09-2015 00:00

 

the chair

07-09-2015 00:00

Quando se pensa num trabalhador independente, é frequente pensar que tem toda a liberdade para gerir o seu trabalho e pode trabalhar a partir de qualquer lugar.

Em termos teóricos, até é um pouco assim. Um tradutor independente, desde que tenha um portátil e acesso à internet pode trabalhar onde quer e no horário que mais lhe convém.

Na prática, o nosso horário é definido pelos prazos. Muitas vezes, esses prazos são muito curtos e não podemos dar-nos ao luxo de escolher o horário, temos de aproveitar todos os segundos até à hora limite de enviar o trabalho e tudo o resto fica em segundo plano. 

Em relação ao local onde trabalhamos, é verdade que podemos pegar no nosso computador e ir trabalhar para um café, um jardim ou outro local que nos agrade. No entanto, no dia-a-dia, sabe bem ter um pouso certo.
Por vezes, tenho de me deslocar e levo o computador atrás para não ter de desmarcar ou recusar trabalhos. Nessas ocasiões, vou trabalhando onde calha, em cafés, na casa de familiares e amigos ou mesmo no autocarro. Mas o trabalho não rende da mesma forma que em nossa casa, no nosso espaço. Passado algum tempo, começamos a sentir o desconforto das cadeiras alheias e a desejar regressar ao nosso trono.

Este já está na minha wishlist para o futuro escritório:

 

alfaias

06-09-2015 00:00

No tempo dos nossos avós, as mãos ficavam calejadas devido à utilização prolongada das mais diversas alfaias agrícolas.

Nos nossos dias, as mãos ficam calejadas devido à utilização prolongada do mais diverso equipamento electrónico.

Durante algum tempo sentia dores na palma da mão, exactamente no local onde a apoiava no rato. Decidi substituí-lo por um novo, mais suave. Com esta simples mudança, as dores que sentia desapareceram. Usar a ferramenta adequada faz toda a diferença.

Ao mesmo tempo, aproveitei e libertei-me também dos fios, ficando com a secretária mais descongestionada.

non stop

15-06-2015 00:00

Nas últimas semanas, tem sido assim, a traduzir ininterruptamente.
Nas semanas que se avizinham, quer-me parecer que o ritmo será o mesmo...
Ah, se não fosse trabalhar por paixão :)

a língua portuguesa

06-05-2015 00:00

"cenas" que arrepiam, principalmente, quem usa a língua portuguesa como ferramenta de trabalho...

 

o caminho faz-se caminhando...

05-05-2015 00:00

artigo de abril > the perfect likeness

30-04-2015 00:00

No mês de Abril, partilho o artigo de um dos tradutores cuja postura perante a nossa profissão mais admiro, Andrew Morris.

Nele, o autor sugere que devemos ir traçando o nosso caminho de forma a esculpir o nosso trabalho à nossa imagem. Este artigo adequa-se especialmente a este mês, em que novos desafios surgiram e novas janelas se abriram, mostrando que é este o caminho a seguir em direcção ao nicho de tradução em que me quero especializar. Para isso, é necessário tomar decisões e deixar de lado as opções mais afastadas desse nicho. Obriga a uma nova reorganização, a redefinir prioridades e a ter de aprender a dizer "não". Mas é muito bom ter a possibilidade de escolher o que queremos realmente fazer e trabalhar por puro prazer.

 

Each of us has a unique contribution to make to the world of translation. But only if we first reflect on who we are and what inspires us, and honour that...

Pick up a finer chisel as you hone in closer on the form you want. Decide on history, for example, but perhaps not the history of science. Embrace the fine arts museums but subtly chip away the industrial museums...

Whittle away until you are left with the ideal clients, whether agencies or direct, with whom you find it easy and a joy to work...

What should emerge is a working life that resembles you and your deepest motivations in every way – a perfect likeness of you. 

artigo de março > desafios da tradução na dobragem de filmes de animação

31-03-2015 00:00

Para o mês de Março, escolhi uma apresentação sobre os desafios que os tradutores encontram na dobragem de filmes de animação, o nicho de tradução com que mais me identifico e onde mais me sinto mais à vontade.

A apresentação foi realizada por Ana Rita Rocha e Tatiana Carvalho, no âmbito do Mestrado em Tradução e Serviços Linguísticos (FLUP).

O trabalho representa bem a realidade específica desta área da tradução, como é exemplo o levantamento das competências do tradutor:

 

artigo de fevereiro > word magic: how much really gets lost in translation?

28-02-2015 00:00

O artigo escolhido para o mês de Fevereiro aborda um dos maiores dilemas do tradutor: encontrar a palavra certa. É uma luta contastante e pode ser inglória, já que, algumas vezes, a palavra certa só sai debaixo da língua depois do texto enviado... Frequentemente, o termo que parece mais óbvio não é aquele que procuramos para o contexto que estamos a traduzir, por ser demasiado literal e não transmitir a mensagem que pretendemos transmitir. Esse facto que só dificulta a busca.

 

The book’s presupposition is that there are significant, namable, untranslatable differences between tongues, so that, say, “history” in English, histoire in French, and Geschichte in German have very different boundaries that we need to grasp if we are to understand the texts in which the words occur.

 

Neste artigo, é também apresentado um curioso dicionário: “Dictionary of Untranslatables: A Philosophical Lexicon”.

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