Blogue

traduzir é...

12-03-2014 00:00

... fazer malabarismo com palavras.

traduzir é...

04-03-2014 00:00

... como encaixar as peças de um puzzle, principalmente a tradução para audiovisual, em que temos de estar sempre a cortar aqui e a acrescentar ali para coordenar o texto com a imagem, os batimentos (no caso da dobragem) ou a duração da legenda.

trabalhar a partir de casa...

06-02-2014 00:00

... sabe especialmente bem em dias assim...

momento musical

24-01-2014 00:00

A maravilhosa variedade de idiomas: "Let it go", do filme FROZEN, em 25 idiomas

 

as pausas...

13-01-2014 00:00

Quando estamos imersos em trabalho, sem mãos a medir, só nos apetece ter uns diazinhos livres, sem pressões, nem prazos a cumprir.
Depois de se entregar o último trabalho agendado, é uma sensação de alívio. Finalmente temos tempo para ler um livro ou os nossos blogues de eleição, para ir tomar um café com os amigos ou preparar uma refeição decente e com mais calma.
Mas essa sensação não dura muito tempo, porque, se não houver perspectivas de novos trabalhos, o alívio é logo substituído pela ansiedade...

Nos primeiros anos a trabalhar a tempo inteiro em tradução, nunca tive este problema, pois o trabalho nunca faltava. Pelo contrário, eram mais os períodos em que este se acumulava. Dias livres eram aqueles em que só tinha 1 trabalho para entregar...
Mas, há uns meses, esta situação mudou. O volume de traduções dos meus clientes habituais reduziu drasticamente. No início, quando comecei a ter mais tempo livre do que o habitual, sentia-me desorientada, sem saber o que fazer com tanto tempo disponível (mesmo que fossem 2 ou 3 dias).

Perante uma nova realidade, tive de me adaptar e procurar outras formas de ocupar o tempo. Comecei a dedicar mais tempo aos meus hobbies, a pesquisar sobre produtos caseiros, a experimentar novas receitas, a fazer mais exercício e a colaborar com associações locais.
Além disso, aproveitei para ler mais blogues e artigos sobre tradução, que vou guardando e para procurar outras oportunidades. Foi assim que aceitei o convite para escrever um texto sobre o nosso país para o livro "The World in Words", foi assim que comecei a fazer transcrições e foi assim que surgiu esta página e este blogue.

Actualmente, encaro as pausas como uma oportunidade para organizar a minha papelada e dedicar-me aos meus hobbies e a outras causas. Assim, quando o trabalho volta a surgir em força, consigo estar mais concentrada, porque o resto está orientado e poderá ser retomado numa próxima pausa.

Deadlines

12-12-2013 00:00

E, ultimamente, é assim. Períodos mais tranquilos alternam com períodos em que surgem várias propostas e é preciso fazer malabarismo para conciliar trabalhos e prazos de entrega.

Devia ser mais bem distribuído? Devia, mas não era a mesma coisa!

 

dress code de um tradutor...

20-11-2013 00:00

A propósito do Dia Nacional do Pijama, organizado pela Mundos de Vida...

Não tenho por hábito trabalhar de pijama, mas, em dias mais frios ou quando todos os minutos contam para terminar os trabalhos dentro do prazo, sabe muito bem não ter, necessariamente, de trocar de roupa!

musa inspiradora

16-11-2013 00:00

Concordo perfeitamente com esta frase de Luís Fernando Veríssimo, não há nada como o aproximar do limite do prazo de entrega para fazer surgir a solução certa para determinado termo ou expressão!
Trabalho bem sob pressão e gosto ter prazos bem definidos e não muito extensos (mas adequados ao tipo e à dimensão do texto).

a translator's BFF

03-11-2013 00:00

Para mim, os melhores amigos de um tradutor são os dicionários. Embora costume usar com mais frequência os dicionários informatizados ou online, recorro a alguns em papel.

Entre os meus dicionários de papel, tenho um eleito: o dicionário de rimas.

Gosto do ar usado, do símbolo gravado na contracapa e da caligrafia da assinatura e notas do anterior proprietário.

Este dicionário tem uma história(zinha). Não foi fácil encontrá-lo. Procurei por um dicionário de rimas em diversas livrarias das mais conceituadas. Como não o encontrava nas prateleiras, dirigia-me aos funcionários, alguns deles nunca tinham ouvido falar em dicionários de rimas e ficavam a olhar de lado como se estivesse a pedir algo completamente inusitado e absurdo... Até que, num sábado de manhã, ao percorrer as bancas dos alfarrabistas, na Feira de Alfarrabistas do Chiado, lá estava ele! Afinal, sempre existia :)

Não foi propriamente barato, mas é uma preciosa ajuda e vale cada cêntimo. 

nós, tradutores...

01-11-2013 00:00

... devíamos ter o poder de esticar e encolher os dias conforme o volume de trabalho e compromissos!

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